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Dicas de compras #1

 Oi meninas! Além de contos, vou dar dicas de algumas comprinhas que eu fiz, as vezes a gente lê os reviews da própria loja, mas não trazem segurança para efetuar a compra. Comprei muita coisa, mas só vou apresentar o que realmente eu usei e deu certo. O primeiro é essa sandália maravilhosa! Ela é extremamente alta, mas dá para andar com atenção. Particularmente adoro usar ela e consigo ficar horas entre ficar em pé, andando, sentando e deitando. Tem fechamento duplo no tornozelo, como meu pé é fino comprei um número menor, calço 37 e comprei 36 Brasil(verifique a tabela, pois o tamanho está em chinês). É uma sandália pesada, não recomendo para CDs usarem nas ruas, chama muita atenção pois faz bastante barulho para andar, além de ser muito instável para caminhar em pisos irregulares.É perfeito para usar para transar e passar o dia fazendo seus afazeres domésticos, vai ser bem desafiante! Já tive muita oportunidade de experimentar em diversas situações, já fui obrigado a rebolar enq...

Reencontro - Parte 2

Mais uma parte do conto "Reencontro"! Se você não leu a parte 1, acesse este link e volte aqui para continuar: Reencontro - Parte 1 Edgard nunca teve a oportunidade nem a coragem de deixar Natália sair em público. Nenhuma ex-namorada, amizade ou familiar jamais teve acesso à Natália. Este feriado era o momento certo para deixar Natália tomar as ruas, pelo menos por alguns minutos. Seu plano não era simplesmente sair vestida assim; ele queria fazer valer o momento. No dia anterior, foi até a praça no centro do bairro e escondeu uma chave em um dos bancos, colando-a na parte de baixo com fita adesiva. Essa chave era de um cadeado que trancava uma mala de viagem, e dentro dessa mala havia um molho de chaves que abriam todos os outros cadeados que possuía. Com a madrugada chegando, Natália então iniciou os preparativos finais. Primeiro, colocou em seus tornozelos tornozeleiras de couro que travavam os scarpins em seus pés; neste dispositivo, ela usou dois cadeados em cada pé, evi...

Reencontro - Parte 1

Capítulo 1 Eram 17h20 de sexta-feira, faltando apenas 10 minutos para encerrar a semana e iniciar o feriado prolongado que cairia na segunda-feira. Edgard estava muito ansioso e parecia que o relógio custava a marcar 17h30. Ele já havia planejado tudo: tinha feito a barba, se depilado completamente, e as roupas de Natália, sua contraparte feminina, já estavam separadas sobre a cama. Faltando dois minutos para o fim do expediente, Edgard começou a recolher seus pertences importantes e a se despedir dos colegas de trabalho. Como bom corretor de imóveis, esbanjava simpatia ao se despedir. Com passos apressados, seguiu para o estacionamento em busca de seu carro, enquanto refazia mentalmente os planos para aquela noite. Muitas pessoas já tinham partido para viajar, e ele começava a perceber uma diminuição no movimento. Ao entrar no carro, conferiu a sacola que havia trazido do almoço, onde guardava um belo scarpin preto, salto agulha de 12 cm, em couro. O design era simples, mas extremamen...

Conto - Eu Crossdresser - Parte 2

No começo não estava nada divertido, fiquei nervoso, com medo e até meio paranoico, ficava pensando na possibilidade de uma das duas colegas de república aparecer. - E as suas amigas? - Elas não vêm hoje... - Certeza? - Sim, uma delas voltou para a cidade dela e só chega depois de amanhã, a outra só chega amanhã depois da aula, ela fica o final de semana todo na república do namorado. - Entendi, mas é bom trancar por dentro né? - Rs! Claro, não tem problema. Quando ela virou o trinco da porta, entrei em um frenesi que jamais tinha experimentado. Meu corpo começou a aquecer e não me concentrava em mais nada, só queria tomar o corpo de Denise, porém ao avançar, ela me interrompe. - Você está muito apressada, sou eu que tomo a iniciativa aqui, entendeu? - Entendi... - Daqui para frente você me chama de Dona, Rainha ou Senhora e eu te chamo de puta, putinha, vadia, enfim, do que eu quiser te chamar. - Entendi, Senhora... Eu não sei explicar, mas eu me senti paralisado, pa...

Conto - Eu Crossdresser - Parte 1

Tenho 34 anos, casado há três anos com uma linda mulher chamada Carla de 1,65mts, magra, morena e pele branca. Carinhosamente a chamo de "Vampira" ou "Vampirinha", por ter a pele bem branca. Sou muito agradecido à ela, sempre me apoiou em tudo, mesmo sendo uma pessoa muito insegura, sempre teve a mente aberta deixando o amor falar mais alto. Na infância, fui um garoto como qualquer outro, jogava futebol na rua, soltava pipa, brincava com carrinhos e adorava um vídeo game. Certo dia, assistindo um filme dos anos 80, uma cena me chamou muita atenção, era uma cena de assalto a banco, onde os assaltantes estavam aglomerando reféns em um canto e cada vítima era amarrado, uma dessas pessoas era uma mulher loira, muito bem vestida com saia social, camisa, blazer e um par de scarpins pretos, foi em uma fração de segundo que ela apareceu amarrada com as mãos para trás. Dava para ver que a amarração era bem mal feita mas mesmo assim, aquilo ficou na minha cabeça até hoje. ...

Foto - Meias de corda

Clique para ampliar Linda rope art!

Conto - A história de Júlia - Parte 4

Antes de começar, leia a terceira parte  aqui . Só se passavam duas coisas em sua mente: término de um namoro que ia bem e exposição que deixaria seus pais envergonhados a ponto de terem que se mudar daquele luxuoso condomínio de casas. Seus pais gritavam, seu namorado com vergonha de assumir que namora uma pervertida, vira as costas, risadas de deboche por parte da vizinhança, polícia e bombeiros na porta de sua casa, muitas coisas criadas em um milésimo de segundo. De repente o toque da mão de sua amiga no ombro a faz voltar a si: - July! Tá tudo bem? - ... - Eu sei que você tá morrendo de vergonha e eu peço desculpas por isso, mas eu fiquei preocupada, eu vi que o seu carro estava na porta da garagem e quando eu toquei a campainha percebi que a porta da frente estava entre aberta. Achei que tivesse acontecido alguma coisa! - Tudo bem Rafa, agora não espalha pra ninguém, tá? Que vergonha... - Claro que não! Mas eu quero uma explicação. - Resumidamente, o Douglas me levou...